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quarta-feira, 30 de julho de 2014

domingo, 27 de julho de 2014

Porto Empata no Jogo de Apresentação


O FC Porto não foi esta noite além de um empate a zero frente ao Saint-Étienne, no jogo de apresentação dos dragões aos seus associados. Quaresma foi titular, saindo ao intervalo.

Compilações: Quaresma vs Genk




sábado, 19 de julho de 2014

Porto vence Genk 3-1 - Quaresma Marca

O Porto venceu o Genk, por 3-1, Quaresma foi titular, saindo ao intervalo. O extremo marcou o 1º golo dos portistas:



Quaresma Capitão


Ricardo Quaresma lidera a legião de extremos que transitou da época passada, juntamente com Varela, Licá, Ricardo e Kelvin, mas o Mustang desfruta de um estatuto diferente dos restantes companheiros. Além de ser aquele que mais anos tem no clube, Julen Lopetegui já reforçou a confiança nele, tendo-lhe entregue a braçadeira de capitão. O técnico sabe da importância do extremo, de 30 anos, no contexto do clube e pretende tirar o máximo partido não só do seu carisma como também das suas qualidades técnicas. Em jeito de retribuição, Quaresma já veio manifestar a sua satisfação pela forma como o treinador espanhol tem orientado a equipa nestas primeiras semanas. 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Porto na Holanda bate Venlo por 6-2

Quaresma foi titular, tendo sido substituído por Kelvin aos 56 minutos de jogo.

O futebolista Ricardo Quaresma afirmou que o treinador do FC Porto, o espanhol Julen Lopetegui, "é muito exigente, sabe o que quer e o que diz", assumindo ainda a satisfação do plantel com o seu trabalho.
O jogador, que regressou aos "dragões" a meio da temporada passada, falou hoje à imprensa antes do início do segundo dia de treinos em Horst, na Holanda, dando conta da sua expetativa maior: "Voltar a jogar bom futebol e voltar aos títulos, que é o importante para o clube e para os jogadores".
Ricardo Quaresma desvalorizou a saída de Fernando, para os ingleses do Manchester City, e sublinhou que o clube está preparado para esse género de perdas: "Todos os anos, saem uns e entram outros".
Ricardo Quaresma traçou as diretrizes da equipa para a próxima época ao revelar o desejo de que a equipa volte a conquistar títulos mesmo que para isso seja necessária uma mudança na atitude de todos.  Na Holanda, antes do treino matinal, o futebolista em declarações à comunicação social especificou o plano para a época que se avizinha: “Temos de ter outra atitude em relação ao ano passado para voltar novamente a conquistar títulos. Sabemos que a margem de erro é mínima. Não foi fácil digerir o que aconteceu, temos que estar concentrados e mudar a atitude”.


domingo, 6 de julho de 2014

Começa a nova temporada - Quaresma já treina

O Porto começou a pré-temporada, visto não ter estado no mundial Quaresma já está a treinar com a equipa.




quinta-feira, 3 de julho de 2014

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Quaresma dá entrevista ao Maisfutebol e TVI


Ricardo Quaresma não esconde. Esperava estar entre os 23 para o Mundial, ficar fora da lista de Paulo Bento foi uma desilusão. E uma decisão que ainda não compreende. São palavras do extremo, que regressou a Portugal no início deste ano para jogar no FC Porto, em grande entrevista ao Maisfutebol e à TVI.

Ricardo Quaresma esteve entre os 30 pré-convocados para o Mundial, mas acabou por não fazer parte da lista final de Paulo Bento. Em entrevista ao Maisfutebol e TVI, o internacional português fala da sua ausência na prova, de sentimentos e mitos.

Custou-lhe ficar fora do Campeonato do Mundo?
«Foi um momento triste, porque estava confiante de que poderia estar no Mundial. Até pelo que fiz no meu clube, pelo trabalho que realizei, estava à espera de poder lá estar. Foi uma desilusão não estar entre os 23. Mas tenho de agradecer às pessoas que me apoiaram, porque percebi que ainda há muita gente que me admira. Por um lado, fiquei triste. Mas, por outro, fiquei orgulhoso e feliz por perceber que ainda há muita gente que gosta do meu trabalho.»

Antes e durante o Mundial, demonstrou sempre apoio à Seleção Nacional. Acredita que era importante passar essa mensagem?
«Era importante, apesar de ter ficado triste e desiludido por não poder representar o meu país. Somos portugueses, temos de estar todos juntos. Acho que também era importante os jogadores sentirem que nós, adeptos, porque neste caso eu era um adepto, estávamos com a nossa seleção. É importante os jogadores sentirem que o país está com eles.»

Em entrevista à TVI24, Paulo Bento disse que não o convocou porque «no processo defensivo» os jogadores que chamou «permitem à equipa estar mais equilibrada». Como vê a justificação do selecionador?
«Sinceramente, não entendo a justificação do selecionador, mas respeito. Acima de tudo, respeito. Acho que criaram esse mito de eu não defender, porque quem viu os jogos do FC Porto, desde janeiro, viu que já sou uma pessoa muito diferente. Já não sou o jogador que era há quatro ou cinco anos, sou um jogador mais de equipa. Mas só o selecionador saberá as razões para não me levar. Não é que aceite, mas respeito. Acima de tudo é isso.»

Diz que é uma pessoa diferente. O que mudou em si, enquanto jogador e pessoa?
«Enquanto pessoa não mudou muita coisa. Vou ser sempre o mesmo. Nem eu quero mudar aquilo que sou. Agora, dentro do campo mudei. Sou um jogador que se preocupa mais com a equipa. Se calhar, preocupo-me mais com o aspeto tático. Coisa que, se calhar, há uns anos não me preocupava tanto. O futebol está muito mudado. Já não se vê muita magia no futebol. Vês mais tático do que magias. Tens poucos jogadores que te levam ao estádio. Tens de te habituar ao momento do futebol. Não deixando de ter o que de melhor tens, que é o talento, e de fazer o que podes fazer, tens de habituar-te ao momento que o futebol atravessa. Acho que, neste momento, sou muito diferente. Quem viu os jogos do FC Porto percebeu que estou muito diferente.»

Se tivesse sido convocado para o Mundial, acha que poderia ter feito a diferença?
«A diferença não sei, mas poderia dar muito à seleção, porque me sentia muito bem física e psicologicamente. Acredito que poderia ajudar a seleção, mas, infelizmente, não o pude fazer.»

Continua disponível para representar a Seleção?
«Vou continuar a fazer o meu trabalho. Se o selecionador me quiser chamar, cá estarei. Se entender que há outros jogadores que estão melhores que eu, continuo a respeitá-lo.» 

Apesar da tristeza pela ausência, também revela como a decisão do treinador o ajudou a perceber que ainda tem muitos «fãs»: «Percebi que ainda há muita gente que me admira e que gosta do meu trabalho. Por um lado, fiquei triste. Mas, por outro, fiquei orgulhoso e feliz por perceber que ainda há muita gente que gosta do meu trabalho.»

Quanto ao futuro, garante que não dirá não à seleção e fala da renovação, contestando a idade como critério: «Nós, os portugueses, temos a mania de que quando um jogador chega aos 30 anos já está velho, já está acabado. Acho que não é bem assim.»

Quaresma não deixa ainda de assumir que, do ponto de vista de um português, Portugal foi a grande desilusão do Mundial 2014. Analisa de resto o que viu do Campeonato do Mundo, escolhe favoritos e seleciona um entre todos. Neymar. «Jogadores como ele encantam-me, porque há poucos mágicos.» 
 
Apesar de ter falhado o Mundial, Ricardo Quaresma não deixou de seguir a prova que se realiza no Brasil. Em entrevista ao Maisfutebol e TVI, o jogador comenta as prestações de algumas seleções e jogadores, com elogios a alguns companheiros de equipa pelo meio.

Qual foi a grande surpresa e a grande desilusão até agora?
«A desilusão, como português, acho que foi a nossa seleção, porque esperava que fizesse mais. Surpresa... Acho que até agora não há surpresas, porque as grandes seleções continuam: a Argentina, o Brasil e a Alemanha. Vamos esperar pelos próximos jogos.»

Qual é a seleção que o impressiona mais e quem acha que vai ganhar o Mundial?
«Não sei. Por exemplo, a Argélia. Não sei se merecia perder [com a Alemanha], porque acho que foi das seleções que mais me surpreendeu, pela vontade e pela maneira que jogava. Via-se que tinha um grupo muito unido e forte. Mas há o Brasil, a Argentina, a Alemanha, a França, que são seleções que estão recheadas de grandes jogadores, que a qualquer momento resolvem o jogo. É difícil dizermos se vai ganhar a Argentina, o Brasil, a França ou a Alemanha.»

A Costa Rica não foi uma surpresa?
«Não, porque acho que tem uma grande seleção. Tem grandes jogadores. Isto depende também da confiança e do momento que as seleções atravessam. Vejo que a Costa Rica está num momento fantástico e de enorme confiança. Sinceramente, não me está a surpreender o que está a fazer.»

Em termos de jogadores, há algum que se esteja a destacar?
«O Neymar é um jogador que eu aprecio muito, pelo talento e pela personalidade que tem. Acho que este é o ano dele, até porque está a jogar em casa. É o menino bonito da seleção e do país. Acho que isso também passa para dentro do campo. O Neymar do Barcelona não tem nada a ver com o Neymar da seleção. Joga com mais liberdade, faz o que quer e não tem tanta pressão quanto, se calhar, tem no Barcelona. É o jogador que mais aprecio, tirando o Messi, que acho que ainda não está ao seu nível. Mas agora começam os jogos a sério e acredito que possamos ver um Messi ao mais alto nível. James Rodríguez é craque, assim como o Jackson [Martínez], que é um jogador que gosto muito. É muito trabalhador e grande profissional, por isso, desejo-lhe toda a sorte do mundo. O Mundial do [Héctor] Herrera também não me surpreendeu. Tem muita qualidade e acredito que possa a vir a ser um dos grandes médios do futebol. Mas este está a ser, de alguma forma, o Mundial dos guarda-redes, veja-se os casos do Ochoa e do Júlio César.»

Falou do fator casa e ainda do facto de um jogador se sentir acarinhado. Isso faz mesmo diferença no rendimento de um futebolista?
«Acho que é muito importante entrares em campo e sentires o carinho dos adeptos. Se os teus colegas também acreditarem em ti, mete mais pressão, mas dá também confiança extra. Uma pessoa que tem talento, com confiança, joga o que sabe e o que não sabe, porque sai tudo bem. No Neymar nota-se isso. Nota-se que mesmo que a bola lhe bata no joelho fica sempre da maneira que ele quer. Esses jogadores encantam-me, porque há poucos mágicos, mas os que existem são muito bons.»

Como viu a prestação da Seleção e de Cristiano Ronaldo?
«É complicado. Quando as coisas correm mal poderíamos falar de «n» coisas, mas acho que não podemos meter só pressão no Cristiano. Ele não joga sozinho. Acho que nós, portugueses, colocamos demasiada pressão em apenas um jogador. A seleção não é só o Cristiano. Nenhum jogador no mundo consegue resolver um jogo, se não tiver os colegas atrás. Acho que nisso nós, portugueses, falhámos, porque metemos demasiada pressão só num jogador. Acho que também falhámos, porque todos os outros jogadores que estão ao lado do Cristiano, se calhar, não se sentem bem de falarem só num jogador e não falarem no resto do plantel. Neste momento, acho que não vale a pena falar muito. Temos é de continuar a fazer o nosso trabalho e esperar que, em setembro, possamos voltar a ser o que éramos, uma boa equipa, uma boa seleção e passarmos por cima disto.»

Mas, olhando para os três jogos, as lesões, as arbitragens, como viu a participação de Portugal?
«Poderia falar muita coisa, mas não é o momento certo. Nem sou eu a pessoa indicada para falar. Deixo isso para os críticos. Acho que toda a gente viu o que se passou com a Seleção.»

A continuidade de Paulo Bento é benéfica para a Seleção?
«Se o selecionador acha que tem qualidade e talento para voltar a pôr a equipa a jogar e a alcançar os objetivos que todos nós, portugueses, esperamos, por que não? Não sou eu que tenho de dizer se é bom ou mau. Estão pessoas na Federação para tratar desse tipo de coisas. O próprio Paulo Bento já disse que não irá sair. Desejo-lhe a maior sorte do mundo, assim como à Federação, porque não tenho problemas com ninguém. O bem da Seleção é o bem de todos nós, portugueses.»

Paulo Bento admitiu que tem de ser feita uma renovação gradual da Seleção, sendo que a idade não será um critério de escolha. É esse o caminho a tomar?
«O melhor agora é sentar e perceber o que correu mal. Depois disso temos de fazer algo para passar por cima do que correu mal. Acho que isso da idade não tem nada a ver. Se olharmos para a Itália ou a Inglaterra, têm grandes jogadores e quase todos eles já têm 30 e poucos anos. Nós, os portugueses, temos a mania de que quando um jogador chega aos 30 anos já está velho, já está acabado. Acho que não é bem assim. Um jogador quando chega aos 28/30 anos é quando está no seu auge. É quando já tens mais experiência, sabes aquilo que fazes, sabes aquilo que queres e acho que é nessa idade que podes fazer muita coisa bonita pelo futebol, seja pelo teu clube ou pela tua seleção. Acho que o Tiago é um grande exemplo. Com 33 anos fez a época que fez, ganhou o que ganhou e continua a ser um grande jogador. Agora, acho que quando uma pessoa abdica da Seleção tem de saber aquilo que quer e aquilo que faz. Não critico quem o faça, porque cada um faz o que quer e o que acha que deve fazer. É um jogador que muita gente gostava de ver novamente na Seleção, mas são opções que cada um toma na sua vida. Não acredito que o selecionador vá tirar tantos jogadores quanto as pessoas querem, ou que deixe de convocar jogadores já com 30 ou 32 anos, seja lá o que for, porque as pessoas pedem ou acham que estão velhos. Acredito que vai sentar-se e perceber o que correu mal para poder passar por cima disso.»

Depois deste Mundial, há razões para os portugueses estarem otimistas em relação ao apuramento para o Europeu de 2016?
«Acredito que sim. Temos de acreditar que é possível voltarmos a ser aquilo que sempre fomos. Temos condições para isso, temos talento, temos qualidade. Agora é colocar tudo isso dentro de campo e como equipa. Porque acho que sozinhos não vamos a lado nenhum.» 
Os trabalhos do FC Porto arrancam nesta quinta-feira. Os jogadores terão à sua espera um novo treinador, mas os objetivos serão os mesmos de sempre, apontou Ricardo Quaresma, em entrevista ao Maisfutebol e à TVI.

Que opinião tem do novo treinador, Julen Lopetegui?
«Não posso ter uma opinião porque ainda não o conheço bem. Vou ter oportunidade de conhecê-lo agora. As informações são boas, como toda a gente sabe. Espero que faça um grande trabalho e desejo-lhe toda a sorte do mundo para este ano e para os próximos que possa estar no clube.»

Já falou com ele?
«Sim, falámos uma vez no centro de estágio do FC Porto. Falei pouco com ele, mas gostei da personalidade e da vontade que tem de ajudar o clube e de voltar a ganhar títulos.»

Dos três «grandes», o Benfica foi o único que não mudou de treinador. Parte em vantagem por causa disso?
«Para nós, FC Porto, não faz diferença. Cada um no seu canto. Temos é de preocupar-nos com o treinador que entrou no FC Porto, com aquilo que vai pedir-nos, com o nosso trabalho e voltar às vitórias, que é isso que nos interessa.»

Entrar na Liga dos Campeões é a chave para o sucesso?
«Sem dúvida. Temos a obrigação de passar este play-off. Seja com quem for, temos de ganhar esse jogo. Acho que é importante para nós, jogadores, porque poder jogar na Liga dos Campeões é o topo, e para o clube, porque é dinheiro que entra.»

Como viu a saída de Fernando?
«Sempre que um clube perde um grande jogador, como o Fernando, é complicado falar dele. Para mim, é um dos melhores jogadores do mundo na sua posição. Mas o FC Porto está habituado a perder grandes jogadores e a ir buscar grandes jogadores. A única coisa que posso fazer é desejar-lhe a maior sorte do mundo. É um grande jogador e uma grande pessoa. Espero que continue a jogar o que tem mostrado e que continue a desfrutar do futebol ao máximo.»

O que pensa dos plantéis dos «grandes»?
«Ainda é muito cedo para falar dos plantéis. Ainda está tudo muito parado. Está a decorrer o Mundial e muita gente estará atenta a muitos jogadores.»

Quem é o favorito à conquista do título?
«Para mim é sempre o FC Porto. Respeito os outros, mas nós temos de ser sempre favoritos em tudo.»

Um desejo para esta nova época.
«Ser campeão.»